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Whow! Vida Loka Podcast #3: Como ter sucesso em hubs e ecossistemas de empreendedorismo

Em entrevista exclusiva ao Vida Loka Podcast, do Whow!, Laura Gurgel, especialista em gestão de comunidades e fundadora do Soul Working, afirma que todo espaço de coworking ou hub de inovação precisa, necessariamente, “provocar interações e negócios”

POR Redação Whow! | 20/07/2021 15h05

Espaços de coworking e hubs de inovação são espaços de negócios compartilhados entre profissionais de diferentes empresas e áreas de atuação. Entre os benefícios destes locais, destaca-se a capacidade de ampliar redes profissionais (networking), fomentando assim a prospecção de novos clientes e parceiros. Nesse sentido, os espaços compartilhados tornam-se especialmente atrativos para pequenas empresas e empreendedores individuais, para os quais a colaboração é essencial na busca pelo sucesso.

No Brasil, cresceu 25% o número de espaços de coworking entre 2018 e 2019, segundo o Censo Coworking Brasil. De acordo com os dados mais recentes do levantamento, havia, há dois anos, 1497 coworkings no Brasil, dos quais quase 45% se concentravam no Estado de São Paulo.

Segundo um levantamento global, não são as startups que dominam os espaços de coworking. Fundadores e funcionários de pequenas e médias empresas (PMEs) compõem 38% do público dos escritórios compartilhados. As startups aparecem em seguida (25%), pouco à frente dos freelancers e empreendedores individuais (25%).

Laura Gurgel, especialista em gestão de comunidades e fundadora do Soul Working, está alinhada às descobertas destas pesquisas. Em entrevista exclusiva ao Vida Loka Podcast, do Whow!, a empreendedora afirma que todo espaço de coworking ou hub de inovação precisa, necessariamente, “provocar interações e negócios”.

“Quando você tem um ambiente em que o empreendedor se sente bem e encorajado a conversar com outras pessoas, ele ganha mais dinheiro”, diz Laura Gurgel. “O pequeno empreendedor tem que ter contato com o que é um hub. Tem que saber que ele não precisa ser sozinho e que não precisa fazer tudo. Não é o Homem de Ferro. Relacionar-se com possíveis clientes, fornecedores e parceiros ajuda a criar uma comunidade”, finaliza a especialista.