Skins para games: Como a moda está aproveitando a tendência - WHOW

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Skins para games: Como a moda está aproveitando a tendência

Skins para games no mundo da moda: entenda mais sobre essa tendência que está fazendo sucesso com marcas de grife e veja números do mercado gamer.

POR Redação Whow! | 11/05/2021 14h20

Skins para games:  detalhes que estão fazendo a diferença na vida dos amantes do esporte eletrônico. Nesse sentido, trata-se de uma tendência de customização dos personagens dos games. Ou seja, agora, o avatar favorito pode ter a roupa, sapatos e acessórios personalizados

Os jogadores do Counter Strike podem adquirir facas que custam, por exemplo, o preço de um carro popular brasileiro. Este jogo movimenta bilhões por ano, apenas com apostas e acessórios, como armas, sprays e outros itens.

Sim, há quem pague. Constantemente, grandes marcas estão pegando carona nas skins para games. Gucci e Louis Vuitton são algumas, que já estão assinando coleções e fazendo parcerias com grandes desenvolvedoras mundiais de jogos, dessa forma.

Entretanto, a onda das skins para games não é algo tão recente e o comportamento dos jogadores costuma ser praticamente o mesmo, desde sempre. A paixão pelo jogo transcende o vídeo-game e sempre há quem procure por itens relacionados. Os exemplos são: roupas exclusivas, tanto para os personagens quanto para si.

Negócio lucrativo: As skins para games fazem a engrenagem do esporte eletrônico girar. Aumentam a vida útil do jogo e mantém o interesse dos jogadores pelo game. Alguns desses jogos são gratuitos e o faturamento vem justamente da comercialização das skins. É o caso do League of Legends.

Conheça um pouco mais sobre esse universo agora.

Skins para games no mundo da moda

De acordo com um estudo da TechNET Immersive a indústria dos games está avaliada em US$ 163,1 bilhões. O lucro do segmento é maior que, por exemplo, o universo da música e o filme juntos. Em todo mundo, o esporte eletrônico conta com mais de 2,5 bilhões de jogadores.

Skin vem do inglês e significa pele. Nos games, esse o conceito está relacionado ao visual, proporcionado por um programa ou software, aos personagens dessa forma.

A pandemia gerou algumas consequências, unindo esses dois mundos: como aumento da quantidade de jogadores e o cancelamento dos desfiles. Agora, temos  o cenário perfeito para a moda entrar, de vez, no universo virtual.

Gucci, Louis Vuitton e outras inspirações

Nem todo mundo pagaria mais de R$ 7 mil para equipar um personagem virtual com apenas uma luva. Mas, o mercado das skins está aquecido. Ele movimenta mais de 10 bilhões de doláres por ano. Embora para muitos, a ideia de comprar uma calça, ou outra peça de roupa cara e de grifes famosas possa parecer absurda, há quem compre, e com prazer e frequentemente. 

O jogo Tennis Clash, da WildLlife Studios, conta hoje com uma parceria milionária com a Gucci. A marca, além, de criar os figurinos dos personagens, também dá a chance aos jogadores de se vestirem igualmente ao seu avatar preferido. A linha exclusiva da Gucci contará com sapatos, meias, chapelaria e roupas em geral. A ideia é aprimorar a experiência do jogo no mundo real.

Essa desenvolvedora de jogos foi fundada em 2011, possui mais de 500 funcionários espalhados pelo mundo inteiro, com cerca de 60 games e acumula mais de 2 bilhões de downloads. “A parceria com uma grife de luxo como a Gucci nos permitiu criar uma experiência divertida para os fãs de ambas as marcas”, diz Mark Panelo, VP de Business Development da Wildlife.

E a Louis Vuitton?

Essa é outra grife que já está desenhando modelos para o LOL. Conforme levantamento, as skins custaram algo em torno de US $9 e US $25.

Brasil: Anitta, Pablo Vittar e Luísa Sonza 

“Modo turbo” ou “modo game” ativado? Os dois.

Os figurinos das três estrelas, que exaltavam o mundo game chamaram muita atenção ano passado, ao lançarem o hit que teve como resultado mais de 8 milhões de acessos no YouTube.

“Não teve um personagem específico, ou jogo, foi o universo todo”, contou Luísa. Anitta, a outra artista, sugeriu até mesmo produzir outros figurinos depois do lançamento. Pabllo Vittar, que consome bastante material do mundo oriental, como animes e o estilo de música k-pop, relatou que a inspiração para o seu figurino foi da sua própria visão sobre todo este universo.

No fim, não era possível visualizar ou identificar um personagem específico e elas conseguiram reproduzir, com ousadia e personalidade, o universo gamer.

Como fabricar skins para vídeo game? 

E se não fosse preciso gastar muito dinheiro com as skins?

Alguns jogos, nesse sentido, permitem a criação de suas próprias peças com o auxílio de aplicativos e programas específicos. É o caso do Minecraft, jogo independente que já faturou mais de dois bilhões de dólares, segundo levantamento da Betway Insider.

Com o auxílio da ferramenta Skinedit, os jogadores podem montar as skins para games dos seus personagens. Algumas comunidades na internet ajudam os jogadores com isso, como a PlanetMinecraft e a Minecraftskins.

Já pensou em criar uma campanha baseada em skins para sua loja?

Afinal, achou diferente a ideia de comprar skins para games de grandes marcas por valores altíssimos? Você vai se surpreender com essa: é possível criar uma campanha, atualmente, em sua própria loja, nesse sentido de vender skins para games.

Ou então, comprá-las do mundo dos gamers e revendê-las. Muitos já começaram a enxergar essa possibilidade e já é possível encontrar sites e e-commerces assim, nesse sentido, que revendem as peças por um preço menor que nos sites dos jogos.

Em suma a transação não é tão complicada: um revendedor adquire no game e “entrega” na sua própria conta do jogo. Já existem, assim algumas plataformas de e-commerce, desse modo, sendo que você investe apenas o valor do layout e cria a conta gratuitamente.

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