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Nova geração de robôs colaborativos sem a necessidade de treinamentos para os usuários

robos colaborativos Foto da linh CRB 15000 da empresa ABB divulgacao capa

A empresa suíça centenária de tecnologia ABB lançou no último mês novos cobots, os robôs colaborativos. Eles foram projetados para a automação em diferentes setores ( eletrônicos, saúde, bens de consumo, logística e alimentos e bebidas) e usuários iniciantes.

No momento, os robôs colaborativos são braços articulados que realizam trabalhos repetitivos no lugar das pessoas, como o manuseio de materiais, alimentação de máquinas, montagem de componentes e embalagem.

De acordo com a companhia, as duas novas linhas de robôs colaborativos, os modelos foram desenvolvidos de forma mais intuitivamente aos usuários, sem a necessidade de treinamentos ou  um técnico para a operação.

“Eles são fáceis de usar e configurar e contam com o respaldo de nossa rede global de especialistas de plantão, serviços on-line para garantir que empresas de todos os tamanhos e novos setores da economia, muito além da manufatura, possam abraçar os robôs pela primeira vez”, diz Sami Atiya, presidente da área de Negócios de Robótica e Automação Discreta da ABB, em comunicado à imprensa.

Robôs colaborativos como megatendências

Let's automate together with ABB collaborative robot YuMi [2021]

A ABB, que opera em 100 países, apresentou as suas duas novas linhas de rôbos colaborativos, o GoFa ™ e do SWIFTI ™ (baseados no YuMi, primeiro robô colaborativo do mundo), para seguir novas tendências globais como consumidores individualizados, escassez de trabalho, digitalização e incerteza.

E de acordo com uma pesquisa da empresa em parceria com 3Gem Global Market Research & Insights, em janeiro de 2021, com 1.650 CEOs ou diretores executivos em empresas de grande e pequeno porte nos EUA, China, Reino Unido, Alemanha, Suíça, Itália e Suécia, nos segmentos de varejo, saúde, engenharia, manufatura, automotivo, alimentos e bebidas, lazer, bens de grande consumo e transporte e logística, aponta que 84% das empresas querem utilizar ou aumentar o uso de robôs e automação na próxima década. Enquanto 85% comentaram que a pandemia de novo coronavírus foi um “marco de mudança” para os negócios e indústria.

Mais de 50% dos executivos entrevistados disseram que os cobots poderiam ajudar distanciamento social, dentro do local de trabalho, e mais de um terço (36%) vislumbram este robôs como uma forma de melhorar a qualidade de trabalho para os colaboradores.

Segundo a análise do Interact The Collaborative Robot Market 3rd Edition, em 2019, mais de 22.000 novos robôs colaborativos começaram a fazer parte do dia a dia nas empresas globalmente, o que representou um aumento de 19% em relação ao ano anterior.

E de acordo com a própria ABB, há previsão de um crescimento de US$ 45 bilhões, em 2020, para US$ 58 bilhões, até 2023, no mercado global para os robôs industriais.

“Nossa experiência é que as operações de melhor desempenho aproveitam as habilidades das pessoas, juntamente com o potencial das novas tecnologias”, completa Sami.


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