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o mais incrível festival de inovação para negócios do País
Primeiro passo para a inovação: ache um problema
Escrito por Leonardo Pinto | 25 de julho de 2018 | 11 meses atrás

A economia criativa ganha valor quando empreendedores têm ideias a fim de sanar problemas e brechas nos negócios, dizem especialistas no Whow!

Ser criativo demanda prática, perseverança, saber aceitar erros, ser seletivo e não é algo que vem de um talento nato ou competência sem esforços. Pelo menos é o que acredita Paulo André Bione, sócio-diretor acadêmico da Miami Ad School, instituição que ensina pessoas a serem mais criativas.

“Eu tenho certeza que criatividade é um exercício e não um talento”, diz Bione. Para ele ser criativo e inovador dependem, a princípio, de um fator básico para conseguir se mexer: achar um problema. Do momento que um indivíduo quer inovar ele precisa achar brechas e encaixar uma ideia, que pode ser executável ou não.

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Quanto a isso, Eduardo Baer, cofundador do iFood e CEO da Dog Hero, acredita que não adianta ter só uma ideia. “Inovar é você ter uma ideia executável, É ótimo quando você consegue ter uma ideia disruptiva. Mais muito do que acaba acontecendo são interações em cima de ideias que já existem”, diz.

O publicitário Rogério Lima, CEO da Tropical Cyborg, rebateu: “Eu sou bastante crítico em torno disso. A ideia pela ideia ela não vale nada sem execução. Mas a execução sem o brilho e sem ter uma ideia forte por trás também não vale nada. Criação não existe sem praticidade. Os dois tem que andar juntos”, afirma Lima.

A economia criativa vem como uma simbiose entre o que antes eram departamentos separados. Antes se pensava a criação pela criação, segundo Lima. “O criativo na nossa geração não pensava o negócio. Economia e criatividade eram mundos diferentes. Tem que ser uma boa ideia que crie um negócio para resolver problemas nos negócios. A ideia, hoje, ganha valor com a economia criativa”.

De acordo com o empreendedor dinamarquês Carsten Snedker, CEO da Escola Britânica de Artes Criativas (EBAC),  o diferencial de quem realmente adota esse tipo de inovação está na compatibilidade. “Pessoas criativas se comunicam com outras pessoas criativas. Um dos fundamentos para ocorrer a economia criativa é fomentar hubs de comunicação entre os atores”, afirma o executivo estrangeiro.

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