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Melhores práticas para a execução da inovação

O 34º episódio das Whow! Lives recebeu o especialista em inovação Hugo Tadeu para abordar o setor de forma realista

POR Eric Visintainer | 15/04/2021 16h36 Imagem: Shutterstock Imagem: Shutterstock

Todo mundo pode atuar com inovação. Inovar não precisa dar resultado. E as empresas podem reduzir o seu orçamento no tema da inovação, sem consequências futuras ao negócio.

Estes foram alguns dos paradigmas que o especialista em inovação, com atuação internacional, Hugo Tadeu, abordou e desmistificou ao logo do 34º episódio das Whow! Lives.

Passos para a execução da inovação

“O quanto que as empresas têm trabalhado com competências individuais e necessidades das funções diárias para estimular a inovação”, questionou o professor e pesquisador na Fundação Dom Cabral nos temas de Estratégias Digitais e Gerenciamento de Inovação ao falar da cultura da inovação e como ela deveria perder o aspecto romantizado e receber uma abordagem realista ao identificar colaboradores que tenham aptidões para atuar neste tema.

Já dentre os exemplos dados por Hugo no quesito da execução da inovação esteve a aplicação do Future Back Approach utilizado na Embraer, para refletir sobre cenários futuros que podem impactar o atual momento. E com isso, a empresa foi colocada como atuante na captura de dados e não mais apenas na construção de aeronaves.

Ainda sobre o tema central da Whow! Live, o especialista em inovação para o Fórum Econômico Mundial e pós-doutor em Simulação e Tomada de Decisão na universidade da Columbia Britânica, no Canadá, destacou a necessidade que a área, como outras nas empresas, necessita gerar mais produtividade e crescimento internamente.

E no quesito de métricas para a inovação, Hugo separou o tema em três pilares: resultado (ganho de produtividade, retorno sobre o investimento e geração de caixa); novos produtos gerados; e novas tecnologias.

Um outro tema abordado na conversa foi o da necessidade dos profissionais se aprofundarem nos entendimentos e aplicabilidades da inovação, o que ele também acrescentou servir para outras áreas de atuação.

Perspectivas do Fórum Econômico Mundial

Hugo apontou outros três aspectos que permeiam as discussões atuais sobre a inovação no FEM: o quanto o Brasil está atrasado na adoção de tecnologias, no quesito de uma estratégia de Estado; formação de mão de obra qualificada; e soft skills.

Já no ISO tem se discutido muito sobre a aplicação da inovação no aspecto de processo, serviço e produto, como um padrão para implementar e não ficar no achismo dentro das empresas, segundo o especialista.

“Acho que devemos beber da fonte destes órgãos internacionais, pois eles possuem dados sobre as empresas brasileiras e internacionais, para estimular o crescimento devido no Brasil”, comentou.

Acompanhe outros temas desta conversa, por exemplo, dados do primeiro trimestre do Observatório da Inovação do Centro de Referência de Inovação da FDC, sobre as expectativas de perspectivas das grandes empresas no Brasil no quesito de investimentos e resultados por conta da execução da inovação, bem como o que tem se discutido sobre Corporate Venture Capital na Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital até as lições aprendidas por Hugo como empreendedor.

Próxima Whow! Live

Não perca no dia 20 de abril, às 18h, a próxima Whow! Live, com Felipe Matos, atual presidente da Associação Brasileira de Startups, para falar sobre “Os próximos passos das startups no Brasil”.

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