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Tecnologia

Instituição de ensino oferece formação ágil em TI

Instituição de ensino cria programa ágil, de dois meses e meio, e formou mais de 30 mil alunos desde março

POR Adriana Fonseca | 30/10/2020 12h25

O setor de tecnologia sente a falta de profissionais qualificados. Com a chegada da pandemia, a demanda ficou ainda mais alta, em função da aceleração da transformação digital. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), existem 845 mil empregos no setor de tecnologia da informação (TI) no Brasil e, por ano, até 2024, a demanda por novos profissionais da área deve ser de 70 mil pessoas. 

Com o objetivo de acelerar a formação de profissionais de TI, o IGTI (Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação), instituição de ensino superior fundada em 2006 e credenciada pelo MEC, desenvolveu um curso rápido que atende profissionais de diferentes áreas:

Agile expert

Arquiteto de software

Analista de banco de dados

Desenvolvedor business intelligence

Analista de cybersecurity

Arquiteto cloud computing

Cientista de dados

Profissional DevOps

Desenvolvedor Full Stack

Desenvolvedor Front End

Administrador Linux

Analista de machine learning

Desenvolvedor mobile apps

Analista de processos de negócios

Desenvolvedor Python

Programador de software iniciante

Líder de transformação digital

UX Designer

Educador digital

Engenharia de dados

Engenharia de software ágil

Marketing digital

Bootcamps da tecnologia

Batizados de bootcamps, os cursos duram dois meses e meio, têm quatro módulos intensivos, em um total de 148 horas, e são 100% “hands on” e online. “O aluno tem a possibilidade de resolver no curso um problema do trabalho dele, por exemplo. É bem prático”, diz Guilherme Cavalieri, diretor acadêmico do IGTI. Com uma abordagem prática e intensiva, o programa tem a meta de permitir uma rápida capacitação nas principais tecnologias abordadas no mercado.

Esse modelo de formação rápida já existia antes da pandemia na instituição de ensino, mas voltado apenas para o segmento B2B. “Depois que a pandemia foi decretada e o isolamento social foi adotado no país, percebemos que tínhamos que adaptar nosso modelo de negócio para a nova realidade. Naquele momento, decidimos adaptar alguns dos nossos cursos para o modelo bootcamp, com o intuito oferecer educação em TI para mais alunos, a um preço acessível e de forma mais ágil.”

Para ingressar no Bootcamp do IGTI o candidato passa por uma avaliação e paga somente a taxa de matrícula, no valor de R$ 120. O curso, segundo Cavalieri, é subsidiado pela instituição de ensino.

Na primeira edição, em maio, foram 8 mil inscritos. Na segunda, 12 mil. Na terceira, 15 mil. A quarta e última edição do ano, com mais de 20 opções de cursos, está com inscrições abertas e começa em 12 de novembro. “O diferencial dos Bootcamps em relação às demais opções do IGTI é exatamente a escala e o tempo de duração dos cursos”, diz Cavalieri. 

Com esse modelo de formação, o IGTI aumentou sua capacidade de 3 mil para 30 mil alunos.

“É um desafio fazer eventos e cursos para tantas pessoas, mas ao mesmo tempo nos dá a certeza de que estamos cumprindo nosso propósito”

Guilherme Cavalieri, diretor acadêmico do IGTI


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