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Futuro da mobilidade e inovação no Brasil, segundo CEO do Waze

capa video whow waze

Arte: Grupo Padrão

Para o CEO do Waze, Noam Bardin, os brasileiros ainda querem ser influenciadores no Instagram ou modelos, mas precisam compreender que, no mundo atual e no futuro, se o seu interesse é por dinheiro, impacto ou construir coisas, a ciência da computação é o assunto mais importante que se precisa saber.

Ele falou ao Whow!, durante um evento em São Paulo, e respondeu a temas como a mudança de mentalidade das cidades voltadas mais para pessoas do que carros, um cenário possível para o fim do Waze, carros autônomos, ações de segurança para o carpooling e um grande problema na inovação no Brasil.

Assista ao vídeo completo abaixo.

Futuro da mobilidade e inovação

Noam entende que dirigir sozinho é algo “perverso” e que deveríamos pensar em “’Como posso levar mais pessoas no carro comigo? Eu preciso sair de carro hoje? Quais são as minhas outras opções?’”.

Além disso, ele deixou uma dica para quem quer inovar no Brasil. “Olhe para problemas que são difíceis para empresas internacionais solucionarem e que são locais.”

Atualmente, o aplicativo possui mais de 130 milhões de usuários ativos mensalmente, com a disponibilidade em 54 idiomas e 185 países. Já no Brasil, as pessoas rodam 256 quilômetros por mês, conectados ao sistema.


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