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Energia Limpa e Sustentabilidade: Energia Solar e o Brasil

Apostar em energias limpas é uma questão necessária para o futuro do planeta. Confira a mais promissora delas: a energia solar

POR Redação Whow! | 20/05/2021 16h32

Num momento de grandes avanços, como esse que vivemos, devemos ficar atentos em como essas inovações podem estar trazendo malefícios ao meio ambiente. Mas novidades não significam necessariamente prejuízo ao ecossistema. O avanço nas tecnologias voltadas à energia solar, por exemplo, são progressos sustentáveis.

Leia este conteúdo exclusivo que fizemos para você, e saiba como o investimento em energia limpa pode ser a resolução de muitos problemas no Brasil e no mundo. Boa leitura!

O que é energia limpa?

Basicamente, a energia limpa é quando há a geração de eletricidade através de fontes renováveis e sem impactar o meio ambiente ou emitir poluentes. Hoje, utilizamos mais as formas de energia limpa eólica e solar.

Apesar de não ser um assunto popular entre as pessoas, a energia limpa deveria ser pauta de discussão para toda sociedade, desde autoridades, até pessoas comuns.

É preciso repensar a forma como a humanidade gera e consome energia. Principalmente porque o aquecimento global é uma triste realidade no nosso planeta, e já foi responsável por diversos desastres catastróficos.

As principais fontes de energia limpa são:

  • energia Solar: esse tipo de energia provém dos raios solares. Ou seja, somente lugares com grande incidência de sol, devem priorizar essa fonte de energia;
  • energia eólica: gerada a partir do vento que gira as hélices. Dessa forma, apenas locais que possuem correntes de ar constantemente, podem investir nesse tipo de energia;
  • energia das Marés: como o próprio nome diz, a fonte aqui, são a movimentação das marés, oceanos e mares;
  • biogás: aqui a energia se origina de uma mistura gasosa de gás metano e dióxido de carbono, gerando um biocombustível;
  • biocombustíveis: biogás, etanol, bioéter, bioetanol, biodiesel, etc.

A importância das fontes de energia alternativas

Visto que vivemos numa era digital, na qual empresas, construções, comércio e até agricultura sobrevivem a base de sistemas elétricos e eletrônicos, a preocupação com as fontes de energia deveria ser geral.

Além disso,o grande uso de energia sem sustentabilidade acaba ocasionando grandes parcelas de gases de efeito estufa (GEE).

A preocupação com a emissão desses gases é extrema relevância, visto que somente em 2016, a geração elétrica emitiu mais de 400 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2e). Esses dados foram colhidos pelo Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa.

No entanto, uma notícia animadora é que desde 2012, o cenário passou a mudar. Pois, cada vez mais, as pessoas passaram a aderir ao segmento de geração distribuída de energia.

Ou seja, micros e mini geradores alimentados por fontes de energia limpa, passam gradativamente a fornecer mais energia para a população. Dessa forma, além de ajudar na luta contra a degradação do meio ambiente, as pessoas que aderem à geradores de energias renováveis próprios, também economizam na conta de luz.

Além das melhorias para o ecossistema, a geração de energia limpa também favorece a saúde da população como um todo. Visto que não há queima de combustíveis fósseis, nem geração de gases poluentes ou resíduos sólidos. Itens que são prejudiciais de várias formas para a saúde das pessoas.

A energia solar é uma energia limpa?

Com certeza! A energia solar é um dos principais exemplos de energia limpa que possuímos. Apesar de pouco utilizada, há um cenário promissor para os próximos anos. Visto que ela pode ser aproveitada de duas formas, fotovoltaica e térmica.

Como o próprio nome indica, a energia solar tem como origem a energia gerada pelo sol. Nesse sentido, há a captação de energia através de várias formas. Hoje em dia já temos diversas tecnologias que permitem essa captação, como painéis fotovoltaicos, usinas heliotérmicas e aquecedores solares.

Em suma, ao ser captada por esses aparatos tecnológicos, a luz solar transforma-se em energia. Nas usinas heliotérmicas e nos painéis fotovoltaicos, a luz do sol pode virar energia elétrica ou térmica. Já para os aquecedores solar, a energia solar se converte em energia térmica.

Ou seja, não há nenhuma emissão de poluentes. É basicamente a transformação de uma energia que já recebemos diariamente, a energia solar, em elétrica, que utilizamos todos os dias.

Panorama da energia solar no Brasil

O Brasil é um país com grande potencial para gerar energia solar. Pois, possuímos um vasto território, que está próximo da Linha do Equador, ou seja, com grande incidência solar.

Dentre os países subdesenvolvidos, o Brasil foi o pioneiro na fabricação de células fotovoltaicas. Isso se deu pelo fato de também sermos um país rico em silício, que é a matéria prima utilizada para fabricar células fotovoltaicas. Em 2019, já estávamos na 12ª posição a respeito da capacidade de receptores solares em no nosso território.

Dessa forma, a cada ano que passa, o Brasil aproveita mais o seu potencial energético. Através de investimentos privados e incentivos governamentais, o setor de energia solar já gerou mais de 190 mil empregos, além de acarretar mais de R$9,6 bilhões de tributos para o país.

Os estados que possuem maior captação de energia solar no Brasil são: Minas Gerais, Bahia, Ceará, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

No entanto, um dado desanimador é que o país gera apenas 1,7% do total da energia pelo sistema solar.

Portanto, fica evidente como o uso de energia limpa é favorável para a sociedade como um todo. Ao mesmo tempo que iremos parar de poluir a natureza, também vamos cuidar da nossa saúde. Ou seja, duas qualidades essenciais para a humanidade.

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