>
negócios em alta 2021 negócios em alta 2021

Descubra quais são os segmentos que abriram mais negócios em 2021

Negócios em alta: saiba quais foram os 5 segmentos que mais registraram empresas abertas em 2021 e veja dados sobre o empreendedorismo na pandemia

por em 14 de junho de 2021

Negócios em alta em 2021: veja como a pandemia impulsionou o surgimento de novas empresas. Conheça também os 5 setores que mais apresentaram crescimento. Continue a leitura!

Pandemia impulsiona empreendimento

Na pandemia, empreender passou a ser opção tanto de quem buscava ter uma renda extra, como também de quem desejava viver dos lucros do próprio negócio.

O brasileiro, por si só, gosta de empreender. Porém, em tempos de crise, essa tendência fica ainda mais perceptível. No ano passado, segundo o Ministério da Economia, foram abertas 3.359.750 empresas, o que representa um aumento de 6% na abertura de negócios em relação a 2019.

O empreendedorismo ganha cada vez mais força no Brasil. Segundo dados do Sebrae, 24,76% dos brasileiros estão empreendendo, o que corresponde a 1 a cada 4 pessoas no país. Ainda conforme a mesma pesquisa, a taxa de empreendedorismo é de 38%, na população entre  18 e 64 anos. Nesse sentido, com a Selic mais baixa, em torno de 4,25% ao ano e novas oportunidades devido ao cenário, vários negócios tem se formalizado.

Em cinco anos, a taxa de empreendedores formalizados, de acordo com dados da  Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), cresceu em torno de 27%. Porém, o órgão afirma que o crescimento do empreendedorismo já era tendência, antes mesmo da pandemia.  Ou seja, alguns setores estão se destacando, com o crescimento de novas empresas este ano.

Os segmentos que mais abriram negócios em 2021

1 ) Comércio varejista de vestuário e acessórios

Dá para acreditar que o setor que mais sentiu os impactos da pandemia ocuparia o primeiro lugar dos mais promissores para negócios, em 2021? Segundo dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo - FecomercioSP, teve abril do ano passado como o pior mês em vendas, registrando uma diminuição de 81% nas receitas, em comparação com 2019.

Conforme dados do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, as vendas no varejo cresceram  apenas em agosto de 2020 em  0,6%. Entretanto, neste ano, já foram abertas mais de 56 mil empresas no ramo e as projeções são positivas. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecções - ABIT, em 2021 as vendas podem crescer até 25%. 

2) Promoção de Vendas

Promover e aumentar o volume de vendas de uma empresa ou pessoa física estão entre as principais atividades do setor de promoção em vendas. Ou seja, somente este ano, já ocupa o segundo lugar do ranking de empresas abertas, somando 46 mil novos negócios.

3) Cabeleireiro, manicure e pedicure

O Brasil, conforme dados do Euromonitor International, representa o quarto maior mercado de cuidados pessoais e de beleza no mundo. Apesar disso, o setor foi o 6° que mais sofreu com os impactos no faturamento devido à pandemia.

Porém, você já ouviu a expressão “em tempos de crise, há quem chore e há quem venda lenços”? Dessa forma, talvez não exista um outro ditado melhor que represente o setor da beleza nesse momento.  Nesse sentido, cabeleireiros, manicures e pedicures representaram, ano passado, 134. 992 empresas abertas. Todavia em 2021, o setor segue em alta e já são contabilizados 36,5 mil negócios abertos.

4) Fornecimento de alimentos preparados para consumo em casa

A pandemia afetou diretamente o comportamento do consumidor em relação à alimentação. Como resultado do isolamento social, tinha-se duas opções: preparar a comida em casa ou realizar o pedido em delivery.

Porém, não é de hoje que o brasileiro “parou” de cozinhar em casa. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos - ABIA, o Food Service, que engloba os serviços de alimentação fora de casa ou food service, registrou um aumento de 184,2%, entre 2009 e 2019. Acima de tudo, o delivery de refeições registrou grande alta no ano passado. Em um estudo realizado pela startup de finanças pessoais Mobills,o brasileiro gastou 149% a mais nos aplicativos de comida preparada, em 2020. O valor médio das transações também aumentou segundo a pesquisa, passando de R$50,51 para R$103,96.

Logo, foi nesse segmento que muitos negócios iniciaram ano passado e a tendência continua este ano: o país já registra 32,5 mil novas empresas abertas no ramo de fornecimento de alimentação preparada em casa.  Em 2021, segundo o presidente da ABIA- Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, o food service aumentará sua participação nas vendas da indústria de alimentos e bebidas de 24,4% para 30%.

5) Obras de alvenaria

Dessa forma, o setor de obras e alvenaria já registrou este ano 32 mil novas empresas abertas. Segundo as estimativas da Câmara Brasileira da Indústria da Construção - CBIC, os números para este 2021 realmente são mais otimistas que no ano passado. Definitivamente é aguardado o maior crescimento dos últimos 8 anos no setor e o PIB deve avançar 4%. Ano passado, houve um recuo de quase 3% em 2020 e, mesmo assim, a construção civil ainda gerou 138,8 postos de trabalho, conforme a CBIC.

Em síntese, destaca-se a preocupação com a sustentabilidade em relação às principais  tendências. Assim, algumas tecnologias vêm sendo incorporadas às construções, como: 

  • cisternas para armazenamento da água da chuva;
  • telhados verdes;
  • jardins verticais para regular a temperatura interna;
  • tijolos ecológicos.

Melhora na economia de todos os setores é esperada no segundo semestre

A pandemia atingiu os principais setores da economia mundial. Como resultado, no Brasil, a indústria foi uma das mais afetadas. Já o comércio eletrônico, registrou recordes de faturamento.

Entretanto, entre abril e maio do ano passado, cada um dos setores iniciou a retomada de suas atividades, porém de forma diferente. De um lado, o varejista viu seus clientes voltarem às lojas; do outro, o setor de serviços viu seus consumidores retornarem de forma bem mais lenta que no comércio.

Aos poucos o país começa a se estabilizar.  Dessa forma, vários economistas, segundo o Valor Econômico, acreditam que o cenário da economia brasileira terá números melhores no segundo semestre, em razão do avanço da vacinação e do contínuo incentivo governamental, além do aumento do consumo, com uma expectativa de aumento do PIB de 6% para o segundo semestre de 2021.

Gostou do conteúdo? Se sim, não deixe de assinar a nossa newsletter gratuitamente, para receber sempre artigos interessantes como este, em primeira mão.

Negócios em alta em 2021: veja como a pandemia impulsionou o surgimento de novas empresas. Conheça também os 5 setores que mais apresentaram crescimento. Continue a leitura!

Pandemia impulsiona empreendimento

Na pandemia, empreender passou a ser opção tanto de quem buscava ter uma renda extra, como também de quem desejava viver dos lucros do próprio negócio.

O brasileiro, por si só, gosta de empreender. Porém, em tempos de crise, essa tendência fica ainda mais perceptível. No ano passado, segundo o Ministério da Economia, foram abertas 3.359.750 empresas, o que representa um aumento de 6% na abertura de negócios em relação a 2019.

O empreendedorismo ganha cada vez mais força no Brasil. Segundo dados do Sebrae, 24,76% dos brasileiros estão empreendendo, o que corresponde a 1 a cada 4 pessoas no país. Ainda conforme a mesma pesquisa, a taxa de empreendedorismo é de 38%, na população entre  18 e 64 anos. Nesse sentido, com a Selic mais baixa, em torno de 4,25% ao ano e novas oportunidades devido ao cenário, vários negócios tem se formalizado.

Em cinco anos, a taxa de empreendedores formalizados, de acordo com dados da  Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), cresceu em torno de 27%. Porém, o órgão afirma que o crescimento do empreendedorismo já era tendência, antes mesmo da pandemia.  Ou seja, alguns setores estão se destacando, com o crescimento de novas empresas este ano.

Os segmentos que mais abriram negócios em 2021

1 ) Comércio varejista de vestuário e acessórios

Dá para acreditar que o setor que mais sentiu os impactos da pandemia ocuparia o primeiro lugar dos mais promissores para negócios, em 2021? Segundo dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo - FecomercioSP, teve abril do ano passado como o pior mês em vendas, registrando uma diminuição de 81% nas receitas, em comparação com 2019.

Conforme dados do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, as vendas no varejo cresceram  apenas em agosto de 2020 em  0,6%. Entretanto, neste ano, já foram abertas mais de 56 mil empresas no ramo e as projeções são positivas. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecções - ABIT, em 2021 as vendas podem crescer até 25%. 

2) Promoção de Vendas

Promover e aumentar o volume de vendas de uma empresa ou pessoa física estão entre as principais atividades do setor de promoção em vendas. Ou seja, somente este ano, já ocupa o segundo lugar do ranking de empresas abertas, somando 46 mil novos negócios.

3) Cabeleireiro, manicure e pedicure

O Brasil, conforme dados do Euromonitor International, representa o quarto maior mercado de cuidados pessoais e de beleza no mundo. Apesar disso, o setor foi o 6° que mais sofreu com os impactos no faturamento devido à pandemia.

Porém, você já ouviu a expressão “em tempos de crise, há quem chore e há quem venda lenços”? Dessa forma, talvez não exista um outro ditado melhor que represente o setor da beleza nesse momento.  Nesse sentido, cabeleireiros, manicures e pedicures representaram, ano passado, 134. 992 empresas abertas. Todavia em 2021, o setor segue em alta e já são contabilizados 36,5 mil negócios abertos.

4) Fornecimento de alimentos preparados para consumo em casa

A pandemia afetou diretamente o comportamento do consumidor em relação à alimentação. Como resultado do isolamento social, tinha-se duas opções: preparar a comida em casa ou realizar o pedido em delivery.

Porém, não é de hoje que o brasileiro “parou” de cozinhar em casa. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos - ABIA, o Food Service, que engloba os serviços de alimentação fora de casa ou food service, registrou um aumento de 184,2%, entre 2009 e 2019. Acima de tudo, o delivery de refeições registrou grande alta no ano passado. Em um estudo realizado pela startup de finanças pessoais Mobills,o brasileiro gastou 149% a mais nos aplicativos de comida preparada, em 2020. O valor médio das transações também aumentou segundo a pesquisa, passando de R$50,51 para R$103,96.

Logo, foi nesse segmento que muitos negócios iniciaram ano passado e a tendência continua este ano: o país já registra 32,5 mil novas empresas abertas no ramo de fornecimento de alimentação preparada em casa.  Em 2021, segundo o presidente da ABIA- Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, o food service aumentará sua participação nas vendas da indústria de alimentos e bebidas de 24,4% para 30%.

5) Obras de alvenaria

Dessa forma, o setor de obras e alvenaria já registrou este ano 32 mil novas empresas abertas. Segundo as estimativas da Câmara Brasileira da Indústria da Construção - CBIC, os números para este 2021 realmente são mais otimistas que no ano passado. Definitivamente é aguardado o maior crescimento dos últimos 8 anos no setor e o PIB deve avançar 4%. Ano passado, houve um recuo de quase 3% em 2020 e, mesmo assim, a construção civil ainda gerou 138,8 postos de trabalho, conforme a CBIC.

Em síntese, destaca-se a preocupação com a sustentabilidade em relação às principais  tendências. Assim, algumas tecnologias vêm sendo incorporadas às construções, como: 

  • cisternas para armazenamento da água da chuva;
  • telhados verdes;
  • jardins verticais para regular a temperatura interna;
  • tijolos ecológicos.

Melhora na economia de todos os setores é esperada no segundo semestre

A pandemia atingiu os principais setores da economia mundial. Como resultado, no Brasil, a indústria foi uma das mais afetadas. Já o comércio eletrônico, registrou recordes de faturamento.

Entretanto, entre abril e maio do ano passado, cada um dos setores iniciou a retomada de suas atividades, porém de forma diferente. De um lado, o varejista viu seus clientes voltarem às lojas; do outro, o setor de serviços viu seus consumidores retornarem de forma bem mais lenta que no comércio.

Aos poucos o país começa a se estabilizar.  Dessa forma, vários economistas, segundo o Valor Econômico, acreditam que o cenário da economia brasileira terá números melhores no segundo semestre, em razão do avanço da vacinação e do contínuo incentivo governamental, além do aumento do consumo, com uma expectativa de aumento do PIB de 6% para o segundo semestre de 2021.

Gostou do conteúdo? Se sim, não deixe de assinar a nossa newsletter gratuitamente, para receber sempre artigos interessantes como este, em primeira mão.

Negócios em alta em 2021: veja como a pandemia impulsionou o surgimento de novas empresas. Conheça também os 5 setores que mais apresentaram crescimento. Continue a leitura!

Pandemia impulsiona empreendimento

Na pandemia, empreender passou a ser opção tanto de quem buscava ter uma renda extra, como também de quem desejava viver dos lucros do próprio negócio.

O brasileiro, por si só, gosta de empreender. Porém, em tempos de crise, essa tendência fica ainda mais perceptível. No ano passado, segundo o Ministério da Economia, foram abertas 3.359.750 empresas, o que representa um aumento de 6% na abertura de negócios em relação a 2019.

O empreendedorismo ganha cada vez mais força no Brasil. Segundo dados do Sebrae, 24,76% dos brasileiros estão empreendendo, o que corresponde a 1 a cada 4 pessoas no país. Ainda conforme a mesma pesquisa, a taxa de empreendedorismo é de 38%, na população entre  18 e 64 anos. Nesse sentido, com a Selic mais baixa, em torno de 4,25% ao ano e novas oportunidades devido ao cenário, vários negócios tem se formalizado.

Em cinco anos, a taxa de empreendedores formalizados, de acordo com dados da  Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), cresceu em torno de 27%. Porém, o órgão afirma que o crescimento do empreendedorismo já era tendência, antes mesmo da pandemia.  Ou seja, alguns setores estão se destacando, com o crescimento de novas empresas este ano.

Os segmentos que mais abriram negócios em 2021

1 ) Comércio varejista de vestuário e acessórios

Dá para acreditar que o setor que mais sentiu os impactos da pandemia ocuparia o primeiro lugar dos mais promissores para negócios, em 2021? Segundo dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo - FecomercioSP, teve abril do ano passado como o pior mês em vendas, registrando uma diminuição de 81% nas receitas, em comparação com 2019.

Conforme dados do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, as vendas no varejo cresceram  apenas em agosto de 2020 em  0,6%. Entretanto, neste ano, já foram abertas mais de 56 mil empresas no ramo e as projeções são positivas. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecções - ABIT, em 2021 as vendas podem crescer até 25%. 

2) Promoção de Vendas

Promover e aumentar o volume de vendas de uma empresa ou pessoa física estão entre as principais atividades do setor de promoção em vendas. Ou seja, somente este ano, já ocupa o segundo lugar do ranking de empresas abertas, somando 46 mil novos negócios.

3) Cabeleireiro, manicure e pedicure

O Brasil, conforme dados do Euromonitor International, representa o quarto maior mercado de cuidados pessoais e de beleza no mundo. Apesar disso, o setor foi o 6° que mais sofreu com os impactos no faturamento devido à pandemia.

Porém, você já ouviu a expressão “em tempos de crise, há quem chore e há quem venda lenços”? Dessa forma, talvez não exista um outro ditado melhor que represente o setor da beleza nesse momento.  Nesse sentido, cabeleireiros, manicures e pedicures representaram, ano passado, 134. 992 empresas abertas. Todavia em 2021, o setor segue em alta e já são contabilizados 36,5 mil negócios abertos.

4) Fornecimento de alimentos preparados para consumo em casa

A pandemia afetou diretamente o comportamento do consumidor em relação à alimentação. Como resultado do isolamento social, tinha-se duas opções: preparar a comida em casa ou realizar o pedido em delivery.

Porém, não é de hoje que o brasileiro “parou” de cozinhar em casa. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos - ABIA, o Food Service, que engloba os serviços de alimentação fora de casa ou food service, registrou um aumento de 184,2%, entre 2009 e 2019. Acima de tudo, o delivery de refeições registrou grande alta no ano passado. Em um estudo realizado pela startup de finanças pessoais Mobills,o brasileiro gastou 149% a mais nos aplicativos de comida preparada, em 2020. O valor médio das transações também aumentou segundo a pesquisa, passando de R$50,51 para R$103,96.

Logo, foi nesse segmento que muitos negócios iniciaram ano passado e a tendência continua este ano: o país já registra 32,5 mil novas empresas abertas no ramo de fornecimento de alimentação preparada em casa.  Em 2021, segundo o presidente da ABIA- Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, o food service aumentará sua participação nas vendas da indústria de alimentos e bebidas de 24,4% para 30%.

5) Obras de alvenaria

Dessa forma, o setor de obras e alvenaria já registrou este ano 32 mil novas empresas abertas. Segundo as estimativas da Câmara Brasileira da Indústria da Construção - CBIC, os números para este 2021 realmente são mais otimistas que no ano passado. Definitivamente é aguardado o maior crescimento dos últimos 8 anos no setor e o PIB deve avançar 4%. Ano passado, houve um recuo de quase 3% em 2020 e, mesmo assim, a construção civil ainda gerou 138,8 postos de trabalho, conforme a CBIC.

Em síntese, destaca-se a preocupação com a sustentabilidade em relação às principais  tendências. Assim, algumas tecnologias vêm sendo incorporadas às construções, como: 

  • cisternas para armazenamento da água da chuva;
  • telhados verdes;
  • jardins verticais para regular a temperatura interna;
  • tijolos ecológicos.

Melhora na economia de todos os setores é esperada no segundo semestre

A pandemia atingiu os principais setores da economia mundial. Como resultado, no Brasil, a indústria foi uma das mais afetadas. Já o comércio eletrônico, registrou recordes de faturamento.

Entretanto, entre abril e maio do ano passado, cada um dos setores iniciou a retomada de suas atividades, porém de forma diferente. De um lado, o varejista viu seus clientes voltarem às lojas; do outro, o setor de serviços viu seus consumidores retornarem de forma bem mais lenta que no comércio.

Aos poucos o país começa a se estabilizar.  Dessa forma, vários economistas, segundo o Valor Econômico, acreditam que o cenário da economia brasileira terá números melhores no segundo semestre, em razão do avanço da vacinação e do contínuo incentivo governamental, além do aumento do consumo, com uma expectativa de aumento do PIB de 6% para o segundo semestre de 2021.

Gostou do conteúdo? Se sim, não deixe de assinar a nossa newsletter gratuitamente, para receber sempre artigos interessantes como este, em primeira mão.

VÍDEOS

VÍDEOS