Com menos de um ano de vida, fintech recebe segundo investimento - WHOW
Consumo

Com menos de um ano de vida, fintech recebe segundo investimento

Joinkey auxilia os estabelecimentos no controle de vendas e recebíveis e indica melhores taxas para aquisição de maquininhas

POR Redação Whow! | 01/10/2020 20h11 Com menos de um ano de vida, fintech recebe segundo investimento Arte Grupo Padrão (Giovana Sorroche)

Criada durante a pandemia, a Joinkey, uma fintech especializada na consolidação e conciliação de movimentos de pagamentos com cartão,  já acumula R$ 5 milhões em investimentos recebidos, sendo R$ 3 milhões em uma segunda rodada em setembro e outros R$ 2 milhões em março, mês de lançamento da startup. A empresa responsável pelo aporte foi a pagolivre, atuante em pagamentos recorrentes.

A fintech, que tem sede em São Paulo, tem como idealizador Claudio Dias, fundador da GOPAY, startup no segmento de pagamento por celular, que foi vendida para o Grupo Getnet em 2013 e atual presidente da pagolivre.

“A Joinkey segue sua trajetória como uma fintech independente e estrutura própria, por isso, estamos investindo na empresa, que além de complementar os nossos serviços tem se apresentado como uma empresa sólida e de confiança dos clientes”, comenta Claudio. 

Os serviços da Joinkey vão fazer parte da carteira de clientes da pagolivre, para que assim, os clientes tenham a consolidação e conciliação de seus pagamentos e também consultoria digital em meios de pagamento. “A pandemia da Covid-19 ocasionou uma velocidade maior no que já vinha acontecendo, como aceleração na transformação digital, o consumidor passou a avaliar serviços agregados à sua experiência de compra além do valor, atendimento e informação, agilidade e flexibilidade e facilidades, suporte e atendimento, confiabilidade, benefícios, cashback, entre outros. Apesar de existirem várias ferramentas digitais disponíveis, o que para mim é sempre mais valorizado é a atenção e respeito ao consumidor, que no momento atual é imperativo”, diz o presidente da pagolivre, ao Whow!.

Investimento em fintech com mentoria

aquisições Segundo Boanerges & Cia, pagamentos feitos em dinheiro vivo devem diminuir para cerca de 14% a 15% em 2030. Foto ilustrativa (ShutterStock)

O aporte não virá apenas no formato financeiro. A fintech receberá mentorias específicas, processamento de pagamentos, compartilhamento das áreas corporativas e carteira de clientes, para aumentar a sua capacidade operacional e comercial, de acordo com Arthur Accioly, fundador da pagolivre.

Com uma meta agressiva de alcançar mais de 100 mil clientes ativos e faturamento de 1 milhão por mês, até o final deste ano, a Joinkey ainda quer atingir todas as regiões do país em 2021. A plataforma da startup está focada em analisar as principais maquininhas, aplicativos de deliveries e carteiras digitais do mercado. E os seus serviços são gratuitos. “A dificuldade dos estabelecimentos é justamente consolidar e conciliar os recebimentos de várias maquininhas e ainda conferir o depósito de suas vendas”, explica Claudio

De acordo com a consultoria especializada em varejo financeiro Boanerges & Cia, em 2020 aproximadamente 29% dos pagamentos feitos por consumidores no Brasil serão em dinheiro vivo. E isso deve diminuir para cerca de 14% a 15% em 2030. Na outra ponta, os pagamentos digitais vão movimentar R$ 831 bilhões no mesmo período

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