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CEOs globais avaliam o retorno da economia à normalidade apenas em 2022

Estudo de consultoria global destaca a apreensão dos líderes das principais empresas no mundo sobre a recuperação da econômica

POR Redação Whow! | 06/04/2021 13h14 Foto: Freepik Foto: Freepik

Quase metade de um grupo de 500 CEOs globais (45%) avaliam que os negócios não devem retornar ao patamar normal até 2022. E menos de um terço (31%) acreditam na retomada até o final deste ano. Isso é o que aponta o estudo Global CEO Outlook Pulse Survey 2021 desenvolvido pela consultoria KPMG.

Os CEOs ouvidos são de 11 países distintos e das principais empresas do mundo em 11 setores da economia. O estudo abordou em um comparativo das perspectivas destes empresários em julho de 2020 com março de 2021. Os entrevistados são de organizações com receita anual superior a US$ 500 milhões.

Além disso, quase um quarto dos entrevistados (24%) afirmaram que as suas empresas foram modificadas para sempre por conta da pandemia do novo coronavírus.

Confiança dos CEOs para a retomada das empresas e da economia 

“Este é o momento de exercemos liderança e gestão de forma mais inovadora, estratégica e assertiva. O futuro das empresas dependerá de iniciativas de negócios mais analíticas e tecnológicas, integradas com uma governança atenta aos aspectos econômicos, sociais e ambientais”, afirma Charles Krieck, presidente da KPMG no Brasil e na América do Sul por meio da sua assessoria.

O estudo também revela que 22% dos CEOs ouvidos estão muito confiantes com a melhora das suas respectivas empresas, 66% confiantes, 11% neutros, 1% não muito confiantes. Já no quesito do setor em que atuam, o sentimento é de 23% muito confiantes, 67% confiantes, 8% neutros e 2% não muito confiantes.

Mas a visão destes empresários sobre a retomada da economia global ainda é pessimista na sua maioria: 13% muito confiantes, 30% confiantes, 14% neutros, 39% não muito confiantes e 4% nada confiantes.

ESG e segurança cibernética nas agendas dos executivos

Quase 90% dos CEOs que a KPMG entrevistou disseram que buscam ganhos de sustentabilidade para as suas organizações e, além disso, 96% passaram a focar mais no setor social. Este último número era de 63% em agosto de 2020.

E no quesito de cibersegurança é um tema que os executivos passaram a dedicar atenção integral. Ela aparece como a maior preocupação nas operações dos negócios para os próximos três anos, de acordo com o levantamento. Em julho de 2020 esta ameaça estava na quarta posição na visão dos CEOs e em março de 2021 para o primeiro lugar.

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