Knit e repentino faturamento milionário com a venda de máscaras - WHOW

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Knit e repentino faturamento milionário com a venda de máscaras

Criada após uma viagem ao exterior, a marca Knit apostou nas máscaras de proteção para iniciar os trabalhos da empresa

POR Redação Whow! | 06/07/2021 16h38

Com a chegada da pandemia, as máscaras tornaram-se obrigatórias para a proteção da saúde. E foi exatamente nessa nova demanda que a marca Knit encontrou uma oportunidade para crescer. Se você quer saber um pouco mais desse exemplo de sucesso mesmo em meio à crise, continue a leitura e confira esse texto exclusivo que preparamos para você!

Por dentro da marca de máscara KNIT

Criada pelos empresários gaúchos Henrique e Pedro, após uma viagem ao exterior, a marca Knit apostou nas máscaras de proteção para iniciar os trabalhos da empresa.

Segundo os dois irmãos criadores do negócio, os acessórios fizeram sucesso rapidamente. Isso porque possuíam um design mais estiloso e confortável, além de serem mais seguras que outros modelos disponíveis no Brasil na época. Dessa forma, os empreendedores enxergaram uma oportunidade de ouro. Isso porque sabiam ter nas mãos um produto de qualidade com alta demanda num dos países mais afetados pela pandemia.

O surgimento da KNIT na pandemia

Os fundadores se conheceram na faculdade e já possuíam uma agência de publicidade especializada em comércio digital, a BVZ. Mas, com o começo da pandemia, a agência perdeu alguns clientes e os empresários buscaram novas formas de investir.

Os sócios nunca imaginaram vender máscaras, mas identificaram uma grande oportunidade de mercado e passaram a apostar nela.

Foi então que a marca KNIT buscou parcerias com fábricas de malharias da Serra Gaúcha, que já haviam sofrido o impacto da crise. Atualmente a KNIT emprega mais de 150 pessoas e funciona de forma completamente digital. Até fevereiro deste ano, a marca já havia realizado 458 mil vendas. 

Mas a preocupação com a busca de um produto de qualidade para os usuários continuou. Dessa forma, o mais recente lançamento da empresa é a máscara Max95, que promete mais segurança e segurança aos clientes. Esse produto tem características de segurança semelhante às máscaras N95 ou PFF2, e são certificadas pelo Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos.

Nesse sentido, a Max95 promete filtrar até 97% das partículas. Além disso, a marca ainda garante que todo o material da máscara é antiviral.

Sabendo que os dias da pandemia estão contados, no entanto, a dupla de empreendedores já busca oferecer outros produtos para os clientes. Foi então que passaram a apostar também em multivitamínicos voltados para melhorar a imunidade e também nos óleos essenciais. Os sócios afirmam que os novos produtos já correspondem a cerca de 40% da receita da empresa. Isso demonstra a capacidade da marca em se adaptar a qualquer mudança do mercado.

KNIT oferece um produto diferenciado

A KNIT conquistou tanto sucesso de vendas através de um produto diferenciado. Até porque sabemos que já existiam diversas empresas que fabricavam e vendiam máscaras de proteção quando a marca começou a operar.

Mas foi somente com uma solução inovadora que a empresa dos sócios Pedro e Henrique conseguiu se destacar tanto em um mercado cheio de opções.

As máscaras da KNIT são constituídas, principalmente, por poliamidas e poliéster. O primeiro material é utilizado na área interna, proporcionando o conforto do produto, e é onde está presente a tecnologia antiviral. Já o poliéster é o que garante maior resistência à máscara.

Além disso, as máscaras utilizam filtros para bloquear partículas muito pequenas que estejam presentes no ar. Eles são produzidos em tecidos SMMMS de tripla camada, sendo a camada central de material impermeável. 

Dessa forma, ao utilizar o produto corretamente, trocando o filtro todos os dias após o uso, a empresa garante uma boa proteção contra o coronavírus para aqueles que adquirirem suas máscaras.

Crescimento e faturamento médio de R$ 6 milhões ao mês

Desde a abertura da empresa, as vendas foram um sucesso. Uma demonstração disso, é que atualmente o faturamento mensal é de R$6 milhões, com clientes no Brasil e em outros países do mundo.

Segundo os sócios, a empresa já realizou vendas para os EUA, Japão, Austrália e vários países da Europa. No entanto, o principal comprador é São Paulo, responsável por quase metade das vendas.

Pensando na grande adesão da região e na facilidade da logística, a empresa abriu dois pontos de venda e distribuição na região paulista.

Atualment,e a sede do empreendimento é em Novo Hamburgo-RS. O e-commerce próprio da KNIT é responsável por cerca de 90% das vendas realizadas. Mas a marca ainda possui parceiros estratégicos como Mercado Livre, Amazon, lojas esportivas e farmácias.

Sustentabilidade como aliada

Com objetivo de tornar a marca realmente inovadora e atrelada ao futuro do mercado, a KNIT também aposta na sustentabilidade da sua linha de produção. Segundo os criadores, metade da matéria-prima utilizada na fabricação das máscaras vem de garrafas PET reutilizadas. A empresa pretende diminuir cada vez mais o impacto ambiental da sua cadeia de produção.

Atualmente, para cada máscara comprada, duas garrafas plásticas são reutilizadas e, assim, retiradas do meio ambiente. Além disso, os sócios afirmaram que pretendem buscar cada vez mais alternativas de embalagens e processo de fabricação que sejam menos impactantes ao meio ambiente.

Portanto, podemos compreender que a marca KNIT conseguiu utilizar da criatividade para inovar e reinventar o mercado. Isso tudo atrelado a muita coragem dos sócios, que já possuíam um negócio bem estruturado, e mesmo assim ainda apostaram num novo segmento. São exemplos como esses que pequenos empreendedores devem se inspirar. Afinal, a oportunidade de alavancar as vendas pode vir até mesmo num momento de crise e num mercado no qual você não está familiarizado.

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