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4 setores de PMEs brasileiras são destaques de crescimento durante a pandemia

Pesquisa revela que os segmentos de Agronegócio, Imobiliário, Serviços e Saúde tiveram alguns dos principais crescimentos em 2020

POR Redação Whow! | 25/03/2021 18h36 Foto ilustrativa (Freepik) Foto ilustrativa (Freepik)

A startup brasileira Omie, a plataforma de sistema de gestão integrado na nuvem, concluiu em março o relatório proprietário Quadrantes de Performance Empresarial, no qual aponta tendências e traz uma análise sobre a atividade econômica das PMEs no Brasil em 2020.

Alguns dos principais setores que melhor se saíram durante o primeiro ano da pandemia causa pela Covid-19, segundo o estudo, foram: Agronegócio, Imobiliário, Serviços e Saúde.

O estudo usou como base os 55 mil clientes da empresa e aponta as pequenas e média organizações que mais encolheram, cresceram, mais resilientes, e as quedas e recuperações mais marcantes.

PMEs que mais cresceram e encolheram em 2020

O setor campeão — como de costume nos últimos anos — foi o agronegócio. De acordo com o relatório da Omie, empresas com Classificação Nacional de Atividades Econômicas relacionadas às atividades tiveram uma alta expressiva no faturamento médio, o que culminou em um salto mais de 470%, entre janeiro de 2020 e dezembro do ano passado. E as atividades de entre também tiveram uma variação superlativa chegando em 420% de aumento no mesmo período.

Outro destaque ficou por conta do segmento imobiliário. O estudo da Omie aponta que o faturamento médio das PMEs brasileiras deste setor aumentou mais de dez vezes, entre o primeiro e o último mês de 2020.

Entre os segmentos que tiveram as piores performances estão: Artes, Cultura, Esporte e Recreação, redução 76.1% no faturamento médio; Construção, redução de 74.6%; e Transporte Aéreo, redução 60.9%.

Produtos alimentícios, têxteis, e de o borracha e de material plástico, tiveram as menor variações em 2020, com -7%, -5% e -4,9%, respectivamente.

O CEO e fundador da startup, Marcelo Lombardo, comenta no estudo que, de fato, a pandemia trouxe novos hábitos aos consumidores brasileiros. “O setor de entregas apresentou mais de 420% de crescimento. Empresas no setor de saúde, como esperado, viram a média de receitas crescer 80%, com picos de crescimento de até cerca de 300% entre maio e julho. Podemos observar uma mudança de demanda por parte população, a crise do coronavírus trouxe novos hábitos e novas necessidades”, destaca.

A empresa brasileira já recebeu US$ 26 milhões em quatro rodadas de investimento desde a sua fundação em 2013.

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