As 100 startups mais promissoras para fazer negócios - WHOW

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As 100 startups mais promissoras para fazer negócios

Whow! e 100 Open Startups divulgam ranking com as startups com maior potencial para fazer negócios no País. Conheça cada uma delas

POR Raphael Coraccini | 22/07/2019 14h56 Imagem: Unsplash Imagem: Unsplash

O Brasil é dos países mais empreendedores do mundo. Um levantamento do Global Entrepreneurship Monitor(GEM), de fevereiro deste ano, apontou que o País é o primeiro do mundo no número de empreendedores individuais, com 53% dos profissionais autônomos classificados dessa forma. Porém, o mesmo relatório aponta a carência do País em iniciativas que apresentam ao mercado alguma inovação, seja em produto ou serviço. A taxa de atividade empreendedora em estágio inicial (TEA) no Brasil está próximo do 1%. No Chile, país com melhor índice da América Latina, a taxa está próxima de 12%.

Para Bruno Rondani, fundador e CEO da 100 Open Startups, plataforma de conexão entre startups e grandes empresas, o País não tem dificuldades para criar novas soluções, mas, sim, de reunir capital para escalar suas iniciativas. “Nós estamos vendo muitos empresários de sucesso que estão em transição do mundo corporativo para o de investimentos como pessoa física. Eles, geralmente, aprenderam muito sobre como estruturar empresas, fazê-las crescer e profissionalizar a gestão e agora estão passando para o outro lado do balcão, virando investidores e contribuindo com seu know-how para o desenvolvimento de novas iniciativas”, destaca o empresário. “É a hora de trazê-los para perto das startups”, completa.

A 100 Open Startup conta com uma comunidade com mais de 8.500 startups ativas conectadas a 15 mil executivos e 2.200 grandes empresas. A startup impulsionadora de negócios lança o Ranking 100 Open Startups 2019 durante o Whow! Festival de Inovação, que vai do dia 23 ao dia 25 de julho, no Arca, em São Paulo. “O Whow! é a oportunidade de aproximar empresários e executivos da economia real para perto das startups. Porque é essa economia real que continuará impulsionando o nosso PIB por muito tempo e é preciso aproveitar este momento, em que as empresas tradicionais estão se abrindo para a inovação”, destaca Rondani.

Bruno Rondani é CEO da 100 Open Startups, responsável pela metodologia e realização da lista de mais promissoras startups brasileiras para investir

O executivo ressalta ainda que a iniciativa entre 100 Open Startup e o Grupo Padrão, organizador do Whow!, é parte essencial da criação de um ecossistema saudável e eficiente, capaz de deixar o ambiente de negócios do Brasil mais amigável. “Criamos uma rede grande de negócios e com isso conseguimos saber, a partir disso, quais os determinantes dos melhores negócios. Conseguimos recomendar quais startups são melhores investimentos e estruturar a demanda de capital”, destaca.

Segundo a Associação Latino-americana de Private Equity e Venture Capital (Lavca), apesar da participação ainda pequena do Brasil em empreendimentos de inovação, o País é o que mais cresce na América Latina em investimentos no setor. Em 2018, deteve 65% dos investimentos em startups na região e registrou aumento de 51% no total de aportes.

Muito desse capital, porém, ainda vem de fora. Só o Softbank, banco japonês, criou um fundo para a América Latina de quase 20 bilhões de reais neste ano e o Brasil deve ser um dos principais destinos desse montante. Se não quiser ver os fundos internacionais dominarem os investimentos nas startups nacionais (que já fizeram nove unicórnios), o investidor local vai precisar vencer o seu conservadorismo e apostar as suas fichas na inovação e no potencial criativo do brasileiro.

Confira as 100 melhores startups para investir no Brasil, segundo o ranking da 100 Open Startups:


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